Programa do Judiciário mostra novo horizonte para jovens infratores.

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“Criando Juízo”, este é o nome dado ao projeto que, desde janeiro de 2016 quando começou a ser estruturado, proporcionou 405 contratações de adolescentes pelo jovem aprendiz após o cumprimento de medias socioeducativas. O projeto foi finalista do Prêmio Innovare 2017, um dos principais do Judiciário.

“A gente acredita que a colocação deles no mercado de trabalho, além de afastá-los do tráfico, vai ensinar-lhes valorizar o trabalho, ter limites, seguir horários, ter responsabilidades, conviver com profissionais bem-sucedidos, ver que podem se esforçar e crescer dentro daquela empresa. Se veem inseridos num segmento da sociedade do que eles se sentiam excluídos”, afirma uma juíza da Vara da Infância e Juventude participante do projeto.

Outra magistrada, também participante do projeto, complementa: “o adolescente, quando pratica esses atos infracionais e é internado, tem uma facção. Muitas vezes ele quer sair, mas não consegue porque está devendo à facção criminosa. Por mais que pertença a uma facção, ainda tem dentro dele uma esperança, uma família que acredita nele”. Com a formação oferecida, os jovens ajudam o empresariado a cumprir a Lei do Jovem Aprendiz (10.097/2000).

Os jovens antes aliciados pelo crime de tráfico, roubo, furto, agora podem tem um futuro digno garantido por meio do projeto.

Fonte: TJRJ

Fonte: emporiododireito.com

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